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Caso Túlio Madeira: acusado de matar assessor político é julgado novamente após Justiça ter revogado absolvição em Araxá


Esta é a segunda vez que o réu é julgado pelo crime. Isso porque em 2014, ele foi absolvido, mas em 2015 ,a justiça revogou a decisão após apelo do Ministério Público (MP), que alegou contradição nas respostas dos jurados.

Túlio Maneira foi assassinado ao chegar em casa no dia 25 de fevereiro de 2012, após guardar o carro na garagem por volta das 23h. Ele morava com a mãe e foi encontrado por um dos irmãos. A Polícia Civil informou na época que ele foi morto com cinco tiros. A vítima era radialista e assessora de comunicação da Prefeitura. A última função foi como assessor de comunicação do deputado federal Diego Andrade. Túlio era separado e deixou um filho.

Seis meses após a morte de Túlio, a Polícia Civil chegou até Denilson, que na época estava com 36 anos. Ainda segundo a polícia, Denilson planejou o crime dois anos antes de executa-lo, tendo como motivação ciúmes da irmã.

Na época, o então delegado Regional Heli Andrade, disse que foram apuradas diversas ligações da vítima para a irmã do autor, em 2010, em horários noturnos.

Detectamos que seria o assédio do Túlio à irmã dele há dois anos [ referindo-se a motivação ]. Foi comprovado que a vítima fez ligação para ela no horário noturno, que não é compatível ao horário de trabalho. Existem ligações seguidas”, explicou o delegado na época.

A polícia acredita que o autor tenha agido sozinho. A confirmação de alguns detalhes do homicídio veio por meio de um companheiro de cela do suspeito e de ligações do assessor rastreadas no período.

As investigações foram iniciadas no mesmo dia em que ocorreu o crime. Os delegados concluíram que Denilson tinha, inclusive, informações detalhadas sobre o trabalho dos delegados. O autor foi indiciado pelo crime de homicídio.

Absolvição e revogação

Denilson foi a julgamento em 2014, na época a Justiça decidiu absolver o réu. Em seguida, o Ministério Público protocolou um recurso pedindo a anulação do julgamento. O promotor criminal da época, Genebaldo Borges, alegou que houve contradição nas respostas dos jurados.

Diante disso, a justiça atendeu ao pedido do MP e, em novembro de 2015, revogou a absolvição concedida a Denilson. Com isso, ele voltou a ser réu do caso

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Fonte: G1


06/05/2022 – Paranaíba e Máximus FM

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