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Programa 'Mais Humanos' da UFU atende pessoas vítimas de trabalho escravo


De acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência Social, 1.937 pessoas foram encontradas em situação de trabalho análogo no Brasil em 2021. Destas, 768 estavam em Minas Gerais, o estado com maior número.

Segundo o reitor da UFU, Valder Steffen Junior, o Programa de Extensão “Mais Humanos” marca uma das missões institucionais da universidade junto à sociedade.

“Nessa atividade de extensão específica, que visa a resgatar pessoas submetidas a trabalho semelhante à escravidão, é preciso que nós tenhamos parcerias que possuam a competência legal, jurídica para fazer isso”, disse o reitor.

O evento de lançamento também contou com a participação de representantes da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Ministério Público do Trabalho (MPT), Procuradoria-Geral da República (PGR), Defensoria Pública da União (DPU) e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Conforme a UFU, o “Mais Humanos” reúne outras iniciativas já realizadas pela instituição junto às pessoas em situação de vulnerabilidade social. Uma equipe multidisciplinar, com profissionais de diversas áreas, leva a universidade até a população.

Segundo o pró-reitor de Extensão e Cultura da UFU, Hélder Eterno da Silveira, o trabalho de enfrentamento ao trabalho escravo já era realizado na instituição. No entanto, era focado na área do Direito e, agora, agrega outras áreas.

“Além do Direito, nós acionaremos outros setores, como a Medicina, a Odontologia, a Educação Física e todas as áreas do conhecimento dessa instituição. O que queremos é congregar esforços internos e nos somar aos esforços externos para que, de fato, façamos o enfrentamento a essas situações de trabalho similar ao trabalho escravo”, afirmou o pró-reitor.

A intenção é, após o resgate, acolher e identificar a trajetória dos trabalhadores. Depois desta etapa, o objetivo é proporcionar formações profissionalizantes.

“Daí, a gente pode pensar na alfabetização, na leitura, na escrita, na educação financeira, nos cuidados e em orientações à saúde e tantas outras áreas do conhecimento”, explicou Silveira.

Ainda segundo a UFU, o foco é, ao menos, diminuir um dos principais problemas vividos por pessoas resgatadas da condição de trabalho escravo, a reinserção no convívio social e na vida profissional.

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Fonte: G1


06/03/2022 – Paranaíba e Máximus FM

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